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26/07/2011
Inter e Barça
Inter e Barcelona se enfrentam hoje pela Copa Audi na Alemanha. Alguns falam em jogo amistoso. De onde tiraram isso? Desde quando grandes equipes jogam amistosos? Nunca! Sempre são exigidas ao extremo. É o preço da grandeza. Quem não se acostumar com isso, tem que largar a bola. Esse é um discurso objetivo e prático, mas coerente. Portanto, vencer vale a glória, enquanto que perder significa a exigência de muitas explicações.
Goleada Celeste
Ainda bem que o Uruguai venceu e de goleada na final da Copa América. Não dá para aguentar mais esse futebol retranqueiro do Paraguai. Três jogos sem marcar nenhum gol a não ser de pênalti, daí é dose. A Celeste mostrou como se fura uma retranca e como se faz gols. Não é uma grande equipe, mas é um time pronto, o que faz a diferença. Mano Menezes está tentando fazer isso na seleção que vive um período de transição e renovação. O problema é que no Brasil as exigências são maiores e as coisas tem que ocorrer de forma simultânea, ou seja, tem que renovar, mas continuar vencendo.
22/07/2011
Bom recomeço
Acho que acertei quando falei que a diretoria do Inter poderia estar certa retirando Falcão do comando. A primeira partida sem o comando dele terminou 3x1 para o Inter fora de casa e de virada sobre o Avaí. São os resultados que determinam trabalho a longo prazo no futebol, não há outro jeito. Sem vitórias ninguém resiste, nem os grandes ídolos do clube, até porque não jogam mais.
21/07/2011
Jogo duro
Assisti Paraguai e Venezuela nesta quarta-feira pela semifinal da Copa América na Argentina. Foi duro assistir 120 minutos de uma partida sem gols e sem emoções. A bola só entrou nos pênaltis em que os paraguaios venceram por 5x3. Êta futebol chato esse do Paraguai! Jogam para não fazer nem levar gols. É uma coisa impressionante. Vi na terça-feira a bela exibição e, por consequencia, a vitória do Uruguai por 2x0 sobre o Peru, e achei que a Celeste vive um grande momento. Tomara que consiga furar o bloqueio paraguaio na final. Seria um grande ganho para o bom futebol. Vou torcer para isso.
Recomeço colorado
Ainda sem treinador definido, o Inter encara o Avaí na Ressacada. Depois de três derrotas seguidas, a equipe busca a reabilitação sem o comando de Falcão. Se ele realmente era o problema, as coisas devem começar a melhorar. Vamos ver quem está com a razão, se o torcedor que lamentou a sua saída ou se a direção do Inter que retirou o treinador do comando sem sequer ter uma opção imediata. O negócio é aguardar. Ainda acho que a direção colorada é quem estava certa.
Reserva de luxo
Marcelo Grohe salvou o Grêmio da derrota para o Figueirense. Defendeu um pênalti no úlimo minuto e ainda fez grandes defesas. Volta para a reserva com o retorno de Victor da seleção. É incontestável a titularidade de Victor, mas também é uma pena ter um goleiro com essa qualidade no banco. Até porque essa posição é cruel, porque abre poucas oportunidades para quem está na reserva. De outra parte, para o tricolor é um luxo poder contar com dois goleiros com essa qualidade. Pena que no Olímpico o ditado de que todo o bom time começa por um bom goleiro não se confirme.
18/07/2011
Frustração
Segue a frustração de Paulo Roberto Falcão pelo fato de não conseguir dar sequência a tão sonhada carreira de treinador. Na quinta tentativa, sendo a segunda no Internacional, durou apenas 3 meses. Não para dizer que o elenco do Inter é fraco. Pelo contrário, tem qualidade, mas estava sendo mal treinado, tanto que a diretoria colorada já vinha estudando sua saída.
Vexatória
Havia elogiado o Inter mesmo na derrota para o Corinthians. No entanto, diante da goleada sofrida em casa para o São Paulo, não há muito o que falar. Foi irreconhecível ou é isso aí mesmo. Ainda prefiro ficar com a primeira hipótese. Porém, chegando na décima rodada vai ficando difícil imaginar um futuro vitorioso para a dupla grenal no campeonato brasileiro. O Grêmio vive um período de tentar se afastar das proximidades do -G4 e o Inter perdeu os últimos três jogos. Tem que ser muito otimista para acreditar que as coisas podem mudar de uma hora para outra. Tempo tem para isso, o problema é que para isso precisa também ter time.
O time é esse mesmo!
A seleção brasileira definitivamente não convenceu sob o comando de Mano Menezes. É um grupo formado por jogadores de nome, mas que não se configura como um time consistente. Curioso é que Mano em momento algum foi criticado. Lembro que na época de Dunga bastava um empate para a casa cair. Agora é diferente. Tudo bem que dominou o jogo contra o Paraguai, mas e daí? Até porque nem poderia ser diferente, pois o adversário apenas se defendeu. O mais cruel é que o Brasil foi para a Copa América com o que tinha de melhor.
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